Arquiteto:  João Filgueiras Lima (Lelé) por Pedro Veiga da Silva Neto

Obra:  Hospital Sarah Kubitschek – Brasília.

A idéia de concretizar uma arquitetura mais humana, preenchida por luz e ventilação natural, além de racionalizada e economicamente viável, tornou a Rede Sarah um símbolo de boa arquitetura. O Centro de Tecnologia fornece hoje peças não só para os hospitais da rede, mas também para outras obras como Escolas, Tribunais de Contas e Tribunais Eleitorais em todo o país, provando seu sucesso. A força das propostas de Lelé, capazes de romper a descontinuidade das políticas públicas, e penetrarem em grande parte de nosso território, mostra que a arquitetura pode, sim, ter sua parte num mundo e num Brasil melhor.fonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq064/arq064_03.aspfonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq064/arq064_03.aspfonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq064/arq064_03.asp
fonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq064/arq064_03.aspfonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq064/arq064_03.aspfonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq064/arq064_03.aspfonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq064/arq064_03.aspfonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq064/arq064_03.asp

 
Arquitetura Contemporânea por Emanuela Tassoniero

Uma boa arquitetura contemporânea é aquela que se insere no local onde está localizada, utiliza-se de  materiais novos, possui funcionalidade, respeita a natureza , que  se utilize da tecnologia e das novas técnicas de construção.

Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha

Paulo Mendes da Rocha diplomou-se pela FAU-Mackenzie em 1954 e é um dos mais destacados arquitetos brasileiros. Recebeu diversos prêmios internacionais como o Trayectoria Profesional, em 1998, na Bienal Ibero-Americana em Madri; o Vitrúvio, em 1999, conferido pelo Museu Nacional de Belas-Artes de Buenos Aires; e o 3º Prêmio Mies van der Rohe Latino-Americano, outorgado em 2000 pela fundação espanhola homônima. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/entrevista/paulo-mendes-da-rocha-o-trabalho-15-01-2003.html

Obra: Casa Gerassi, 1889. São Paulo – SP
A casa Gerassi é sem dúvida símbolo da boa arquitetura. Mais uma vez ,arte e tecnologia são trabalhadas simultaneamente nesta proposta que transfere, para o âmbito de uma edificação residencial de luxo, aquilo que era, até então, predominantemente adotados para galpões de baixo custo.Vigas e recortes possuem recortes escalonados que funcionam como avantajados consolos de encaixe e garantem a qualidade monolítica de cada componente estrutural, reduzindo excessos de elementos de construção.A planta baixa foi projetada para que diversos ambientes se deselvolvessem em torno da sala de estar, sem circulações intermediárias. O fluxo contínuo entre os compartimentos é, todavia, assegurado pela independência das paredes em relação à estrutura portante.  A racionalidade comparece na proposta de redução formal as às superfícies planas e eliminação dos elementos adicionais, conferindo ao edifício a qualidade da função a que se destina. Uma obra, sem dúvida, exemplar da pureza formal.

É uma obra de complexa simplicidade: um único volume elevado sobre um vão de 15 m. Suas proporções e as generosas aberturas para a entrada de luz e oxigênio fizeram-na uma casa modelo: agradável, bem iluminada e segura.  Fonte: www.abcp.org.br/.../jornal38/images/pre1.jpg

É uma obra de complexa simplicidade: um único volume elevado sobre um vão de 15 m. Suas proporções e as generosas aberturas para a entrada de luz e oxigênio fizeram-na uma casa modelo: agradável, bem iluminada e segura. Fonte: http://www.abcp.org.br/.../jornal38/images/pre1.jpg

Vista para a rua: aberturas generosas. Fonte: www.arcoweb.com.br/.../fotos/51/gerassi.jpg

Vista para a rua: aberturas generosas. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/.../fotos/51/gerassi.jpg

Interior, marcado por grandes aberturas e ladrilhos hidráulicos especialmente desenhados para o piso.Fonte: http://www.arcoweb.com.br/.../fotos/51/gerassi.jpg

Abertura na laje de cobertura proporcionar luz adicional.Fonte:www.arcoweb.com.br/.../fotos/51/gerassi.jpg

Piscina: uma "lagoa de concreto" revestida com ladrilhos hidráulicos. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/.../fotos/51/gerassi.jpg

Detalhe do volume de acesso. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/.../fotos/51/gerassi.jpg

Linguagem do pré-fabricado: componentes, juntas, parafusos permitem a compreensão do processo construtivo. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/.../fotos/51/gerassi.jpg

Caixilharia na fachada lateral. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/.../fotos/51/gerassi.jpg

Arquiteto: Ruy Ohtake

Ruy Ohtake

Autor do Post:  Renan Boniatti

Resumo de uma Arquitetura Contemporânea

Arquitetura contemporânea é uma arquitetura com novas técnicas, uma arquitetura com novas tecnologias. Onde o profissional na área pode usar novas tecnologias para projetar. Pois a Contemporaneidade é o que estamos vivendo no dia a dia. Então no meu ponto de vista arquitetura contemporânea é uma arquitetura comercial, algo para ser vendido, para que as pessoas achem bonito.

Obra: São Paulo Renaissance Hotel, São Paulo SP, 1993

O Renaissance São Paulo Hotel é um hotel de luxo da rede Marriott, localizado na região dos Jardins, em São Paulo.

Destacado pelo design moderno — o projeto ganhou o Prêmio Master de Arquitetura de 1996 —, desenvolvido por Ruy Ohtake, foi fundado em 1997 e possui 452 apartamentos distribuídos em 27 andares. Em suas instalações fica localizado o Teatro Renaissance, com capacidade para 462 pessoas e administração terceirizada, inaugurado em 1999 com peças estreladas por Bibi Ferreira e Raul Cortez. O único restaurante do hotel é o Terraço Jardins, de cozinha internacional. Há ainda um bar, o Havana Club, um dos poucos da cidade a oferecer um cigar room, e que tem ainda uma pista de dança, incomum a bares de hotel em São Paulo. Depois de uma reforma em 2008, seu spa passou a ser um dos maiores da cidade, com salas de terapias e de tratamento, inclusive faciais.

O hotel Renaissance, segundo Ohtake, procura interagir com o local onde está implantado – uma esquina de ruas estreitas muito valorizadas (alameda Santos e Haddock Lobo), e um entorno em mutação, esteticamente indefinido. A proposta, portanto, visou estabelecer um diálogo com a cidade por meio de torres, e com a rua, por meio dos terraços de grandes curvas que acompanham o desnível do terreno. O porte da obra e o programa para 450 apartamentos levaram à solução em dois blocos com 27 andares. São 880 m2 de laje no andar-tipo, com dez apartamentos em cada bloco. Térreo e pisos inferiores somam mais seis pavimentos.

Vista Aérea do hotel Renaissance e seu entorno http://www.piniweb.com.br/renassence

Vista do observador Renaissance São Paulo Hotel http://www.webluxo.com.br

Sitema de Iluminação hotel renassence http://www.hotelsoftherichandfamous.com/hotels/interior

 

Arquiteto: Paulo Sophia

Obra: Unidade de Manaus da Universidade Paulista (UNIP)Com 10.000m² construidos em apenas quatro meses, a primeira fase da unidade de Manaus da Universidade Paulista (UNIP) estabelece a identidade visual da instituição com linguagem contemporânea. O projeto adota conceitos próprios do escritório aberto para obter a flexibilidade de uso necessária ao conjunto, que terá ainda duas etapas de ampliação. O terreno com 127.000m², onde se situa a UNIP, comporta o extenso programa do campus universitário, com seus três blocos de dois prédios cada um, estacionamento, clube com piscinas, quadras poliesportivas e grandes espaços para circulação atendendo até 10.000 alunos . Este projeto previsto para ser executado em três fases, inclui um programa de recuperação ambiental da floresta amazônica. O bloco concluído em fevereiro de 2001 pouco antes do inicio das aulas, está formado por dois prédios de quatro pavimentos, interligados por uma área de convivência e circulação cujo pé-direito tem a altura total da construção, executada em estrutura metálica com fechamentos de vidro, policarbonato e cobertura de telhas termo-acústicas. Quando os dois outros blocos estiverem prontos, esta praça central medirá 60 x 23 m e também será vedada e climatizada, tornando-se o elemento principal de integração dos espaços. Esta primeira etapa comporta ainda uma sala de teatro para 300 espectadores, laboratórios e setores administrativos e de apoio.  A opção pela construção industrializada, o uso de painéis de fechamento pré-fabricados, a modulação que permite vãos livres de 10 e de 13 metros, e o uso da estrutura metálica, permitiram resolver com sucesso o extenso programa executado em apenas quatro meses. Acompanhando o perímetro dos blocos as passarelas metálicas facilitam o acesso a todas as instalações, conduzindo às torres de circulação localizadas nas cabeceiras dos edifícios. Foi previsto um elevador para deficientes físicos em cada prédio. A fachada interage e se integra ao espaço urbano, modificando e enriquecendo a paisagem das cidades.

autor do post: Francis Zorzi